Pedro e Paulo representam duas dimensões da vocação apostólica
“Eis os santos que, vivendo neste mundo, plantaram a Igreja, regando-a com seu sangue. Beberam do cálice do Senhor e se tornaram amigos de Deus”.
Meus queridos Irmãos,
Celebramos hoje, 29/06, a festa das duas colunas da Igreja: São Pedro e São Paulo. Pedro: Simão responde pela fé dos seus irmãos (cf. Evangelho de Mateus 16,13-19). Por isso, Jesus lhe dá o nome de Pedro, que significa sua vocação de ser “pedra”, rocha, para que o Senhor edifique sobre ele a comunidade daqueles que aderem a ele na fé. Pedro deverá dar firmeza aos seus irmãos (cf. Lc 22,32). Esta “nomeação” vai acompanhada de uma promessa infalível: as “portas” (que correspondem à cidade, reino) do inferno (o poder do mal, da morte) não poderão nada contra a Santa Igreja de Cristo, que é uma realização do “Reino do Céu” (de Deus). A libertação da prisão ilustra esta promessa na primeira Leitura. Cristo lhe confia também “o poder das chaves”, ou seja, o serviço de “mordomo” ou administrador de sua casa, de sua família, de sua comunidade ou cidade. Na medida em que a Igreja é a realização, provisória, parcial, do Reino de Deus, Pedro e seus sucessores, os Papas, são administradores dessa parcela do Reino de Deus. Eles têm a última responsabilidade do serviço pastoral. Pedro, sendo aquele que responde “pelos Doze”, administra ou governa as responsabilidades da evangelização. E recebe, ainda, o poder de ligar e de desligar, o poder de decisão, de obrigar ou deixar livre. Não se trata de um poder ilimitado, mas da responsabilidade pastoral, que concerne à orientação dos fiéis para a vida em Deus, no caminho de Cristo.
Paulo aparece mais na qualidade de fundador carismático da Igreja. Sua vocação se dá na visão de Nosso Senhor Jesus Cristo no caminho de Damasco: de perseguidor, transforma-se em mensageiro de Cristo, “apóstolo”, grande pedagogo da missão e da vida do Senhor. É Paulo que realiza, por excelência, a missão dos apóstolos de serem testemunhas do Ressuscitado até os confins da terra. As cartas a Timóteo, escritas da prisão de Roma, são a prova disso, pois Roma é a capital do mundo, o trampolim para o Evangelho se espalhar por todo o mundo civilizado daquele tempo. São Paulo é o apóstolo das nações. No fim da sua vida, pode oferecer uma vida como oferenda adequada a Deus, assim como ele ensinou. Como Pedro, Paulo experimentou Deus como Aquele que nos liberta da tribulação.
Pedro foi crucificado de cabeça para baixo. Os artistas da iconografia católica colocaram as chaves da Igreja em sua mão, para distinguir o seu encargo de possuidor das chaves da salvação. Paulo foi morto decapitado por ser cidadão romano, o que o impedia de ser crucificado. Os artistas da iconografia católica lhe põem sempre na mão uma espada, além de um livro, para simbolizar as várias epístolas teológicas que legou para a Igreja de Cristo.
Por isso o Evangelho nos fala da confissão de fé de Pedro e a promessa de Jesus para seu futuro. Jesus apelidara Simão de Cefas, que, em aramaico, significa "pedra". O apelido pegara a ponto de todos o chamarem de Simão Pedro ou simplesmente de Pedro. Pedro assim será o fundamento da Igreja, do novo Povo de Deus. A pedra na Bíblia significava e significa a segurança, a solidez e a estabilidade, como régio és meu penedo de salvação. Mas Jesus sabia que, sendo criatura humana, Pedro, por mais fiel que Lhe fosse, seria sempre uma criatura fraca. Por isso, se faz de Pedro o fundamento, reserva para si todo o peso e todo o equilíbrio da construção e sem a qual o inteiro edifício viria abaixo.
O simbolismo das chaves é claro. A chave abre e fecha. Possuir a chave significa garantia, propriedade, poder de administrar. Isaías tem uma profecia sobre a derrubada do administrador. Sobna e sua substituição pelo obscuro empregado Eliaquim. Põe na boca de Deus estas palavras: “Colocarei as chaves da casa de Davi sobre seus ombros: ele abrirá e ninguém fechará, ele fechará e ninguém abrirá”(cf. Is 22,22). O texto aproxima-se muito à promessa de Jesus, até mesmo na escolha de um humilde pescador para administrar a nova casa de Deus. Assim como Eliaquim não se tornou o dono da casa de Davi, também Pedro não será o dono da nova comunidade. O dono continuará sempre sendo o próprio Deus. Em linguagem jurídica, diríamos que Pedro tornou-se o fiduciário de Cristo. O binômio ligar-desligar repete o abrir-fechar das chaves. Pedro recebe o direito e a obrigação de decidir sobre a autenticidade da doutrina e comportamento dos cristãos diante dos ensinamentos de Jesus. Esta missão de todos os Papas, sucessores de Pedro, que bem podem ser definidos como os guardiões da verdade e da caridade. Celebrar São Pedro, para os cristãos, é também celebrar o Papa.
Pedro e Paulo representam duas dimensões da vocação apostólica, diferentes, mas complementares. As duas foram necessárias, para que pudéssemos comemorar hoje os fundadores da Igreja Universal. Esta complementaridade dos carismas de Pedro e Paulo continua atual na Igreja de Cristo hoje: a responsabilidade institucional e criatividade missionária, responsabilidade de todos nós!
Rezemos, pois, pelo nosso Santo Padre Bento XVI que para fiel a missão de ter o serviço da caridade de dirigir a Igreja de Cristo nos interpele para seguirmos a missão de Pedro e de Paulo para sermos testemunhas de Cristo no mundo. Amém!
Padre Wagner Augusto Portugal
Comunidade Divina MIsericórdia
terça-feira, 29 de junho de 2010
Papa afirma que dano mais grave para a igreja é "poluição da fé"
"Se pensamos nos dois milênios de história da Igreja, podemos observar que - como havia prenunciado o Senhor Jesus (cf. Mt 10, 16-33) - nunca faltaram para os cristãos as provações, que em alguns períodos e lugares assumiram o caráter de verdadeiras e próprias perseguições. Essas, no entanto, apesar do sofrimento que provocam, não constituem o perigo mais grave para a Igreja. O dano maior, de fato, provém daquilo que polui a fé e a vida cristã dos seus membros e das suas comunidades, afetando a integridade do Corpo Místico, enfraquecendo a sua capacidade de profecia e testemunho, manchando a beleza de seu rosto".
Essa foi a indicação crucial de Bento XVI durante a homilia na Missa da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, celebrada na Basílica de São Pedro na manhã desta terça-feira, 29.
Logo no início, o Papa disse que o tema dos textos bíblicos da Liturgia do dia "se poderia resumir assim: Deus está próximo de seus fiéis servidores e os livra de todo o mal, e livra a Igreja das forças negativas".
A partir da promessa de Jesus à Igreja - "as forças do inferno não prevalecerão" -, o Santo Padre afirmou que essa realidade vale não somente para as históricas perseguições que resultaram no martírio de Pedro e Paulo, "mas vai além, desejando assegurar a proteção sobretudo contra as ameaças de ordem espiritual".
Nesse sentido, o Pontífice destacou que é possível afirmar que existe uma garantia de liberdade assegurada por Deus à Igreja, tanto dos laços materiais - que podem prejudicar a missão - quanto dos males espirituais e morais - que podem afetar a credibilidade.
Dirigindo-se aos 38 Arcebispos Metropolitanos nomeados no último ano, que participaram do rito de imposição do pálio - entre os quais dois brasileiros -, o Papa salientou que a comunhão com Pedro e seus sucessor é garantia de liberdade, seja com relação aos poderes constituídos, seja "no sentido da plena adesão à verdade, à autêntica tradição, de tal forma que o Povo de Deus seja preservado de erros concernentes à fé e à moral", indicou.
O Santo Padre também referiu-se à promessa de Jesus - de que as portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja - em um sentido ecumênico:
"A partir do momento que, como citei há pouco, um dos efeitos típicos da ação do Maligno é exatamente a divisão no interior da comunidade eclesial. As divisões, de fato, são sintomas da força do pecado, que continua a agir nos membros da Igreja mesmo após a redenção. [...] A unidade da Igreja está enraizada na sua união com Cristo, e a causa da plena unidade dos cristãos - sempre a se buscar e renovar, de geração em geração - é, então, sustentada pela sua oração e sua promessa".
A Celebração
Concelebraram a Eucaristia com o Papa os 38 Arcebispos Metropolitanos que, durante o Sagrado Rito, receberam a imposição do Pálio diante da Confissão de São Pedro.
No final da Missa, o Papa recitou o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, destacando que a profissão de fé de Pedro no diálogo com Jesus - "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16, 16) - "não é uma declaração fruto de raciocínios lógicos, mas uma revelação do Pai ao humilde pescador da Galileia".
A Delegação Ortodoxa
Como de costume, por ocasião da Festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Padroeiros da Cidade de Roma, esteve presente na Santa Missa uma Delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, composta por Sua Eminência Gennadios (Limouris), Metropolita de Sassima, subsecretário da Comissão Mista Internacional para o Diálogo Teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa no seu conjunto e vice-moderador do Comitê central do Conselho Ecumênico de Igrejas (Genebra); Sua Eminência Bartholomaios (Ioannis Kessidis), Bispo de Arianzós, Assistente do Metropolita da Alemanha; Reverendo Diácono Theodoros Meimaris, da Sede patriarcal do Fanar.
Acesse.: Homilia de Bento XVI na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
.: FOTOS: Solenidade de São Pedro e São Paulo.
Essa foi a indicação crucial de Bento XVI durante a homilia na Missa da Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, celebrada na Basílica de São Pedro na manhã desta terça-feira, 29.
Logo no início, o Papa disse que o tema dos textos bíblicos da Liturgia do dia "se poderia resumir assim: Deus está próximo de seus fiéis servidores e os livra de todo o mal, e livra a Igreja das forças negativas".
A partir da promessa de Jesus à Igreja - "as forças do inferno não prevalecerão" -, o Santo Padre afirmou que essa realidade vale não somente para as históricas perseguições que resultaram no martírio de Pedro e Paulo, "mas vai além, desejando assegurar a proteção sobretudo contra as ameaças de ordem espiritual".
Nesse sentido, o Pontífice destacou que é possível afirmar que existe uma garantia de liberdade assegurada por Deus à Igreja, tanto dos laços materiais - que podem prejudicar a missão - quanto dos males espirituais e morais - que podem afetar a credibilidade.
Dirigindo-se aos 38 Arcebispos Metropolitanos nomeados no último ano, que participaram do rito de imposição do pálio - entre os quais dois brasileiros -, o Papa salientou que a comunhão com Pedro e seus sucessor é garantia de liberdade, seja com relação aos poderes constituídos, seja "no sentido da plena adesão à verdade, à autêntica tradição, de tal forma que o Povo de Deus seja preservado de erros concernentes à fé e à moral", indicou.
O Santo Padre também referiu-se à promessa de Jesus - de que as portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja - em um sentido ecumênico:
"A partir do momento que, como citei há pouco, um dos efeitos típicos da ação do Maligno é exatamente a divisão no interior da comunidade eclesial. As divisões, de fato, são sintomas da força do pecado, que continua a agir nos membros da Igreja mesmo após a redenção. [...] A unidade da Igreja está enraizada na sua união com Cristo, e a causa da plena unidade dos cristãos - sempre a se buscar e renovar, de geração em geração - é, então, sustentada pela sua oração e sua promessa".
A Celebração
Concelebraram a Eucaristia com o Papa os 38 Arcebispos Metropolitanos que, durante o Sagrado Rito, receberam a imposição do Pálio diante da Confissão de São Pedro.
No final da Missa, o Papa recitou o Angelus com os fiéis e peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, destacando que a profissão de fé de Pedro no diálogo com Jesus - "Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo" (Mt 16, 16) - "não é uma declaração fruto de raciocínios lógicos, mas uma revelação do Pai ao humilde pescador da Galileia".
A Delegação Ortodoxa
Como de costume, por ocasião da Festa dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo, Padroeiros da Cidade de Roma, esteve presente na Santa Missa uma Delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, composta por Sua Eminência Gennadios (Limouris), Metropolita de Sassima, subsecretário da Comissão Mista Internacional para o Diálogo Teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa no seu conjunto e vice-moderador do Comitê central do Conselho Ecumênico de Igrejas (Genebra); Sua Eminência Bartholomaios (Ioannis Kessidis), Bispo de Arianzós, Assistente do Metropolita da Alemanha; Reverendo Diácono Theodoros Meimaris, da Sede patriarcal do Fanar.
Acesse.: Homilia de Bento XVI na Solenidade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo
.: FOTOS: Solenidade de São Pedro e São Paulo.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Dez razões para viver a castidade no namoro.
Favorece o crescimento amistoso entre o casal
1. A pureza ajuda a ter uma boa comunicação com seu (sua) namorado (a).
Quando um casal de namorados vive a abstinência sexual, sua comunicação é boa porque não se concentram somente no prazer, mas na alegria de compartilhar pontos de vista e experiências; além disso, suas conversas são mais profundas. Por outro lado, a intimidade física é uma forma fácil de se relacionar, mas ofusca outras formas de comunicação. É um modo de evitar o trabalho que supõe a verdadeira intimidade emocional, como falar de temas pessoais e profundos, além de conhecer as diferenças básicas que existem entre ambos.
2. Cresce o lado amistoso do relacionamento.
A proximidade física pode fazer com que os jovens pensem estar emocionalmente próximos, quando, na verdade, não o estão. Um relacionamento romântico consiste essencialmente em cultivar uma amizade e não há amizade sem diálogo e sem compartilhar interesses. A conversa cria laços de amizade e ajuda um a descobrir o outro, a conhecer seus defeitos e qualidades. Alguns jovens se deixam levar por paixões e, depois, quando se conhecem em profundidade, se desencantam. Muitas vezes, nem sequer chegam a se conhecer porque não foram amigos, somente namorados com direitos.
3. Existe um melhor relacionamento com os pais de ambas as famílias.
Quando o homem e a mulher se respeitam mutuamente, amadurece o carinho e melhora a amizade com os pais de ambos. Geralmente, os pais de família preferem que seus filhos solteiros vivam a continência sexual e se sentem mal quando sabem que eles estão sexualmente ativos, sem estar casados. Quando um casal sabe que deve esconder suas relações sexuais, cresce a culpa e o estresse. Os jovens que vivem a pureza se relacionam mais cordialmente com os próprios pais e com os pais do (a) namorado (a).
4. As relações sexuais têm o poder de unir duas pessoas com força e podem prolongar uma relação pouco sã, baseada na atração física ou na necessidade de segurança.
Uma pessoa pode se sentir “presa” a um relacionamento do qual gostaria de sair porque – no fundo – não o deseja, mas não sabe como fazer. Uma pessoa casta pode romper com maior facilidade o vínculo afetivo que o ata ao outro, pois não houve uma intimidade tão poderosa no aspecto físico.
5. Estimula a generosidade contra o egoísmo.
As relações sexuais durante o namoro convidam ao egoísmo e à própria satisfação, inclinam o casal a sentir-se em concorrência com outras pessoas que podem chamar a atenção do (a) namorado (a). Estimulam a insegurança e o egoísmo porque o fato de começar a entrar em intimidade convida a pedir mais e mais.
6. Há menos risco de abuso físico ou verbal.
O sexo, fora do casamento, pode se associar à violência e a outras formas de abuso. Por exemplo, há duas vezes mais ocorrência de agressão física entre casais que convivem sem compromisso do que entre pessoas casadas. Há menos ciúme e menos egoísmo nos casais de namorados que vivem a pureza do que naqueles que se deixam levar pelas paixões.
7. Aumenta o repertório de modos de demonstrar afeto.
Os namorados que vivem a abstinência encontram detalhes “novos” para demonstrar afeto e contam com iniciativas e ideias para passar bem e demonstrar mutuamente seu carinho. O namoro se fortalece e eles têm mais oportunidades de se conhecer no que diz respeito à personalidade, aos costumes e à maneira de manter um relacionamento.
8. Existem mais possibilidades de triunfar no casamento.
As pesquisas têm demonstrado que os casais que já viveram juntos têm mais possibilidades de se divorciar do que os que não fizeram essa experiência.
9. Se você decidir terminar o namoro, doerá menos.
Os laços criados pela atividade sexual, por natureza, vinculam fortemente o casal. Então, se houver uma ruptura, será mais intensa a dor produzida pela separação, devido aos vínculos estabelecidos. Quando não tiverem relações íntimas e decidirem se separar, o processo será menos doloroso.
10. Você se sentirá melhor como pessoa.
Os adolescentes sexualmente ativos frequentemente perdem a autoestima e admitem viver com culpas. Quando decidem deixar de lado a intimidade física e viver castamente, sentem-se como novos e crescem como pessoas. Além disso, melhoram seu potencial intelectual, artístico e social. Com o sexo não se deve jogar. Quando alguém o pressionar dizendo: “Só te peço sexo uma vez e não insistirei mais”, uma boa resposta seria: “Isso é justamente o que me preocupa. Prefiro me conservar para alguém que vai me querer toda a minha vida”.
Por: Martha Morales
www.almas.com.mx
A felicidade bate à nossa porta
Certamente somente Aquele que colocou em nosso coração o desejo de felicidade, sabe como nos fazer felizes. Quanto mais nos aproximamos de Deus, tanto mais realizados e felizes somos.
“Quanto a mim, minha felicidade é estar perto de Deus” (Sl 73,28b).
Andamos por tantos lugares e realizamos tantas coisas à procura da felicidade, mas a verdadeira felicidade habita em nosso interior e tem um Nome: Jesus Cristo.
O Papa João Paulo II dizia: “Somente Jesus de Nazaré é capaz de satisfazer as aspirações mais profundas do coração humano”.
Jesus está sempre conosco, nós é que nem sempre estamos com Ele. Hoje, somos convidados para voltar a caminhar no caminho da felicidade verdadeira, proclamando em todas as ações que realizarmos: “Jesus Cristo é o Senhor” (Fl 2,11b).
Senhor, fazei-nos viver nos Seus caminhos e na Sua vontade.
Jesus, eu confio em Vós!
“Quanto a mim, minha felicidade é estar perto de Deus” (Sl 73,28b).
Andamos por tantos lugares e realizamos tantas coisas à procura da felicidade, mas a verdadeira felicidade habita em nosso interior e tem um Nome: Jesus Cristo.
O Papa João Paulo II dizia: “Somente Jesus de Nazaré é capaz de satisfazer as aspirações mais profundas do coração humano”.
Jesus está sempre conosco, nós é que nem sempre estamos com Ele. Hoje, somos convidados para voltar a caminhar no caminho da felicidade verdadeira, proclamando em todas as ações que realizarmos: “Jesus Cristo é o Senhor” (Fl 2,11b).
Senhor, fazei-nos viver nos Seus caminhos e na Sua vontade.
Jesus, eu confio em Vós!
Quando compreenderemos a importância do rosário?
Precisamos ser orantes! Nossa Senhora tem insistido conosco sobre a importância do rosário. O problema é que não compreendemos o valor dessa prática; achamos que o rosário é uma simples repetição de pais-nossos e ave-marias, meditando os mistérios. Na realidade, quem torna eficaz essa forma de oração não somos nós: é Deus.
Como acontece na Eucaristia: antes, é simples pão, feito com um pouco de farinha e água; mas, após a consagração, pela eficácia do poder do Espírito Santo de Deus, ela torna-se Jesus vivo no meio de nós.
A eficácia do rosário não vem dos homens, mas do céu. A recitação dessa oração vem desde 1200. Nossa Senhora revelou a São Domingos a eficácia, a “violência” do rosário. Havia, na época, hereges que faziam mal à Igreja, sem que ninguém conseguisse detê-los. Esse grande santo ia de cidade em cidade, a todas as paróquias, rezando o rosário com as pessoas, e a situação começou a mudar. Como resultado, esses perseguidores da Igreja começaram a se converter.
Basta lembrar o que a Santíssima Virgem Maria falou em Lourdes, em Fátima e o que tem falado em Medjugorje. Até quando ela vai ter de insistir conosco para que compreendamos o valor dessa oração?! Não esperemos ter tempo! Lavando roupa, cuidando da casa, indo para o trabalho... você pode ir rezando o rosário. Você pode também rezar um mistério, depois outro, e outro...
Diante da violência, que enfrentamos, é preciso estar o tempo todo reconstruindo nossas famílias, com ferramentas numa mão e armas na outra. Uma delas é o rosário! É assim que o Senhor quer que nós vivamos em família: em austeridade. Temos de ser famílias profundamente comprometidas com o trabalho.
O problema está todo aqui: não temos a coragem de nos arriscar e confiar na Palavra que diz: “Procurai primeiro o Reino e a justiça de Deus, e tudo vos será dado por acréscimo” (Mt 6,33). A justiça de Deus é ver nossas famílias reconstruídas. É isso que Jesus diz: “Ora, a vontade dAquele que me enviou é que eu não perca nenhum dos que ele me deu...” (Jo 6,39a). Invista sua vida no Reino e na justiça de Deus e comprove como Ele dará todo o resto em acréscimo.
Monsenhor Jonas Abib.
Como acontece na Eucaristia: antes, é simples pão, feito com um pouco de farinha e água; mas, após a consagração, pela eficácia do poder do Espírito Santo de Deus, ela torna-se Jesus vivo no meio de nós.
A eficácia do rosário não vem dos homens, mas do céu. A recitação dessa oração vem desde 1200. Nossa Senhora revelou a São Domingos a eficácia, a “violência” do rosário. Havia, na época, hereges que faziam mal à Igreja, sem que ninguém conseguisse detê-los. Esse grande santo ia de cidade em cidade, a todas as paróquias, rezando o rosário com as pessoas, e a situação começou a mudar. Como resultado, esses perseguidores da Igreja começaram a se converter.
Basta lembrar o que a Santíssima Virgem Maria falou em Lourdes, em Fátima e o que tem falado em Medjugorje. Até quando ela vai ter de insistir conosco para que compreendamos o valor dessa oração?! Não esperemos ter tempo! Lavando roupa, cuidando da casa, indo para o trabalho... você pode ir rezando o rosário. Você pode também rezar um mistério, depois outro, e outro...
Diante da violência, que enfrentamos, é preciso estar o tempo todo reconstruindo nossas famílias, com ferramentas numa mão e armas na outra. Uma delas é o rosário! É assim que o Senhor quer que nós vivamos em família: em austeridade. Temos de ser famílias profundamente comprometidas com o trabalho.
O problema está todo aqui: não temos a coragem de nos arriscar e confiar na Palavra que diz: “Procurai primeiro o Reino e a justiça de Deus, e tudo vos será dado por acréscimo” (Mt 6,33). A justiça de Deus é ver nossas famílias reconstruídas. É isso que Jesus diz: “Ora, a vontade dAquele que me enviou é que eu não perca nenhum dos que ele me deu...” (Jo 6,39a). Invista sua vida no Reino e na justiça de Deus e comprove como Ele dará todo o resto em acréscimo.
Monsenhor Jonas Abib.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Por Que me pertubo facilmente?
Grandes perturbações surgem de escolhas mal feitas, e é sobre isso que eu quero conversar um pouquinho. Nossas perturbações possuem origem, muitas vezes, nos momentos em que escolhemos sempre o que seria mais fácil, sem muitas exigências, e assim, seguimos escolhendo facilitar aqui, ali e acolá, sem fazer crescer o amor, a misericórdia, a paciência, a capacidade de perdoar e esperar; qualidades que são tão úteis e fundamentais para crescermos.
É por isso que muita gente perde até o sentido da vida! As escolhas fáceis retiram o sabor que a vida tem, enfraquece o que precisa ser forte e vibrante em nós, acomoda o que necessitaria ser movido, fragilizando a alma e as forças do coração!
Observe-se e verá!
Escolhas fáceis geram pessoas frágeis e, por isso, perturbadas. Esta perturbação é a ausência de sentido da vida!
Ricardo Sá
É por isso que muita gente perde até o sentido da vida! As escolhas fáceis retiram o sabor que a vida tem, enfraquece o que precisa ser forte e vibrante em nós, acomoda o que necessitaria ser movido, fragilizando a alma e as forças do coração!
Observe-se e verá!
Escolhas fáceis geram pessoas frágeis e, por isso, perturbadas. Esta perturbação é a ausência de sentido da vida!
Ricardo Sá
O que é Rezar?
Quando somos nós mesmos diante de Deus, sem nenhuma máscara, e colocamos toda a nossa verdade diante d’Ele, esta é uma verdadeira oração. Independente de onde estamos, coloquemo-nos diante da presença do Senhor e ofereçamos toda a nossa vida e todos os nossos atos a Ele. Quanto mais autênticos somos, mais nos unimos a Deus e os limites e dificuldades que temos com os irmãos perderão a força, e o amor tomará o lugar da indiferença.
Devemos rezar sempre e seguir este salutar conselho que São Paulo nos dá: “Orai sem cessar” (1Ts 5,17).
Senhor, ensina-nos a rezar.
Jesus, eu confio em Vós!
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Os desentedimentos no namoro
O ciúme exagerado é um problema que aflige alguns namorados.
Há muitos motivos para desentendimentos nos namoros; muitas vezes, uma pequena atitude de um dos dois pode gerar uma briga entre eles. Uma palavra inconveniente dita na hora errada, um atraso sem explicação e outras coisas também podem gerar esse mal-estar. Mas sempre será possível reconquistar a paz e o bom relacionamento se houver maturidade e boa vontade por parte de ambos; se houver amor verdadeiro. Esse tipo de desentendimento acontece na vida dos namorados e faz parte do conhecimento recíproco que um deve ter do outro. Nessa hora é preciso haver compreensão, reconhecimento do erro quando for o caso, pedido de perdão e reconciliação; não é motivo para se terminar um namoro. Sabemos que nas crises nós podemos crescer quando sabemos examiná-las e aprender com nossos erros.
O ciúme exagerado é um problema que aflige alguns namorados; até certo ponto ele é natural e mostra que amamos alguém e queremos nos precaver de perder a pessoa amada. O que não podemos é cometer exageros por insegurança. O ciúme exagerado é falta de amor e confiança em si mesmo e no outro. Não existe amor se a confiança não for exercitada. Se você desconfia que seu (sua) namorado(a) está sendo infiel, então, objetivamente converse, apure os fatos e tome uma decisão, mas não deixe a sua cabeça se transformar em um pandemônio. Se você receber alguma informação de deslealdade, peça provas mínimas.
Há casais de namorados que terminam o namoro a fim de se darem um tempo para pensarem; isso não é mau, pode ser salutar; a distancia ajuda a analisar os fatos de modo melhor. Muitas vezes, na vida a gente age de maneira intempestiva, impulsiva, sem pensar e analisar os fatos direito e acaba fazendo bobagens das quais depois se arrepende. Uma separação temporária pode ser uma oportunidade para pensar e analisar bem a situação antes de tomar uma decisão. Se houver uma separação, não force o outro a voltar; a volta deve ser espontânea para ser duradoura. Se ambos se amam, é claro que há possibilidade de volta; vale a pena conversar e descobrir o porquê de tantas brigas. Qual é o motivo da separação? A razão que está por trás delas [brigas] é algo fundamental, essencial para a vida atual e futura de vocês; ou se trata de coisas pequenas, quinquilharias? É preciso ser maduro, ter grandeza de alma, não ser egoísta e egocêntrico. Sem isso, nenhum relacionamento humano é bom. E não podemos querer mandar na vida dos outros ou forçá-los a um relacionamento que já não aceitam. Nem Deus tira a nossa liberdade de escolha. Pode-se fazer de tudo para conquistar a pessoa amada, mas não se pode tirar-lhe a liberdade. Amor sem liberdade torna-se escravidão.
Felipe Aquino.
Há muitos motivos para desentendimentos nos namoros; muitas vezes, uma pequena atitude de um dos dois pode gerar uma briga entre eles. Uma palavra inconveniente dita na hora errada, um atraso sem explicação e outras coisas também podem gerar esse mal-estar. Mas sempre será possível reconquistar a paz e o bom relacionamento se houver maturidade e boa vontade por parte de ambos; se houver amor verdadeiro. Esse tipo de desentendimento acontece na vida dos namorados e faz parte do conhecimento recíproco que um deve ter do outro. Nessa hora é preciso haver compreensão, reconhecimento do erro quando for o caso, pedido de perdão e reconciliação; não é motivo para se terminar um namoro. Sabemos que nas crises nós podemos crescer quando sabemos examiná-las e aprender com nossos erros.
O ciúme exagerado é um problema que aflige alguns namorados; até certo ponto ele é natural e mostra que amamos alguém e queremos nos precaver de perder a pessoa amada. O que não podemos é cometer exageros por insegurança. O ciúme exagerado é falta de amor e confiança em si mesmo e no outro. Não existe amor se a confiança não for exercitada. Se você desconfia que seu (sua) namorado(a) está sendo infiel, então, objetivamente converse, apure os fatos e tome uma decisão, mas não deixe a sua cabeça se transformar em um pandemônio. Se você receber alguma informação de deslealdade, peça provas mínimas.
Há casais de namorados que terminam o namoro a fim de se darem um tempo para pensarem; isso não é mau, pode ser salutar; a distancia ajuda a analisar os fatos de modo melhor. Muitas vezes, na vida a gente age de maneira intempestiva, impulsiva, sem pensar e analisar os fatos direito e acaba fazendo bobagens das quais depois se arrepende. Uma separação temporária pode ser uma oportunidade para pensar e analisar bem a situação antes de tomar uma decisão. Se houver uma separação, não force o outro a voltar; a volta deve ser espontânea para ser duradoura. Se ambos se amam, é claro que há possibilidade de volta; vale a pena conversar e descobrir o porquê de tantas brigas. Qual é o motivo da separação? A razão que está por trás delas [brigas] é algo fundamental, essencial para a vida atual e futura de vocês; ou se trata de coisas pequenas, quinquilharias? É preciso ser maduro, ter grandeza de alma, não ser egoísta e egocêntrico. Sem isso, nenhum relacionamento humano é bom. E não podemos querer mandar na vida dos outros ou forçá-los a um relacionamento que já não aceitam. Nem Deus tira a nossa liberdade de escolha. Pode-se fazer de tudo para conquistar a pessoa amada, mas não se pode tirar-lhe a liberdade. Amor sem liberdade torna-se escravidão.
Felipe Aquino.
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