Comunidade Divina MIsericórdia

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Paciência,baluarte da alma.



“A paciência é o baluarte da alma, ela a fortifica e defende de toda perturbação”

ESPERAR X CONFIAR.


“A providencia divina só demora seu socorro para provacar nossa confiança!”

SERÁ QUE APRENDI A CRESCER?

A melhor maneira de saber se estamos melhores do que ontem é a verificação de nossa capacidade de ver o bem nos outros. Quanto melhor é um homem, tanto menos maldade vê nos demais.

De onde vem a coragem para enfrentar os desafios.



Todos nós sabemos que São Pedro amava muito Jesus, mas o medo o levou a negar o Senhor. Parece não combinar amar e negar, mas, às vezes, somos traídos por nossos medos e inseguranças; e nem nós mesmos compreendemos tais atitudes nossas.

Todos nós temos algum tipo de medo, o qual, às vezes, nos prega peças, mas grande graça é que o Senhor, no Seu infinito amor por cada um de nós, nos deu o Espírito Santo, a força do alto, para nos socorrer em nossas fraquezas. Portanto, tomemos o Divino Amigo por companheiro durante toda a nossa caminhada terrena. Invoquemos a presença d’Ele em todos os momentos e em qualquer circunstância.

O mesmo Pedro que negou Cristo, depois que recebeu o Espírito Santo, foi capaz de enfrentar prisões, autoridades e todos os que o interpelavam e perseguiam por causa do Senhor.

“Então, Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: Hoje estamos sendo interrogados por termos feito o bem a um enfermo e pelo modo como foi curado. É pelo Nome de Jesus Cristo, de Nazaré, - aquele que vós crucificastes e que Deus ressuscitou dos mortos que este homem está curado , diante de vós!” (At 4,8-9.10b).

Com a simplicidade de uma criança, convidemos o Espírito Santo para nos conduzir ao longo de todo o nosso dia:

Vinde, Espírito Santo!

Liturgia Diária.



Evangelho (Marcos 16,9-15)
Sábado, 10 de Abril de 2010
Oitava da Páscoa
— O Senhor esteja convosco.

Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
Glória a vós, Senhor.

9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. 10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar.
12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. 14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. 15E disse-lhes: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!”


- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Gravidez no Namoro.




O relacionamento vai exigir do casal o desprendimento para o novo

A vivência da intimidade sexual passou a ser normal para muitos casais de namorados. Talvez, por não entenderem a transcendência do ato sexual, muitas vezes, o sexo é nivelado por baixo. Uma vez minimizado na sua grandeza, erroneamente, este é também colocado como meio de sustentação do namoro. Para a maioria dos jovens casais, tal intimidade é justificada como sendo também uma fase do conhecimento daquele (a) a quem dizem amar.



A experiência sexual nesse período ganha força quando o casal percebe que essa é uma prática comum também no relacionamento dos colegas. Na roda de amigos, muitos pensam que seria bobeira não aproveitar a situação, sendo que o (a) namorado (a) deseja o mesmo. Julgando-se conhecedores de todas as coisas e muito seguros de si, acreditam que a possibilidade de uma gravidez só acontece para quem não souber evitá-la; até o momento em que a namorada traz a notícia de que está grávida. (Dessa vez, a tônica das conversas na roda de amigos será o “vacilo que fulano deu”!)


É sabido que algumas jovens têm más experiências ao comunicarem ao namorado a “consequência” ocorrida pela referida intimidade. Nesse momento, alguns simplesmente desaparecem ou as culpam, como se elas fossem as únicas responsáveis pela gravidez. Os namorados se esquecem de que a responsabilidade que hoje está sobre elas é também resultado do compromisso que, indiretamente, assumiram ao desejar viver a intimidade no namoro. As jovens mães percebem, então, a duras penas, que fizeram uma má escolha, reconhecendo que aqueles que, antes, lhes fizeram tantas promessas, foram apenas capazes de engravidá-las. Mesmo sem querer, agora, o casal de namorados se torna pais.


Para outros casais, ainda que a notícia da gravidez venha a abalar o dia, eles sabem que não poderão ocultar a situação por muito tempo. Em breve começarão a acontecer as mudanças no corpo da mulher. Então, a ela caberá a responsabilidade de enfrentar os pais e tentar justificar o óbvio; enquanto que a ele caberá a iniciativa de preparar condições de promover o conforto básico, tanto emocional como de bem-estar, que toda mulher grávida necessita.


Se uma gravidez para uma pessoa casada já causa grandes mudanças e exige muitas adaptações, imaginemos para aqueles que ainda estão no começo da realização de seus sonhos e planos... Para estes, a situação se torna ainda mais exigente, pois, vivendo o novo papel, surgem – nas vidas dos então namorados – as dificuldades pertinentes ao convívio contínuo. O relacionamento vai exigir do casal o compromisso e o desprendimento de se moldar ao inusitado apresentado pela situação. Tudo será vivido de maneira intensa, em meio às preocupações, aos choros do bebê, às dificuldades para continuar os estudos, à busca de trabalho, à aceitação dos familiares, entre outros.


O tempo propiciado ao casal, durante o namoro, para avaliar o perfil do pretendente e se conhecer mutuamente é abreviado com a gestação da namorada. Com tantos desafios, os namorados perceberão que pouco conheciam o temperamento do outro e, muitas vezes, se veem despreparados para assumir as consequências do ato que os levaria para muito mais além do prazer experimentado.


Para não viver os mesmos atropelos de outros namorados que tiveram de provar das responsabilidades paternas antecipadamente, melhor será para os jovens casais aplicarem-se no crescimento, nas adaptações e no amadurecimento do namoro. Dessa maneira, quando se decidirem pelo casamento, nenhum dos dois poderá alegar que não conheceu suficientemente a pessoa escolhida para compartilhar com ele (a) a vocação do matrimônio.


A prova de amor se confirma no compromisso mútuo de fazer o outro feliz por aquilo que ele é e não por aquilo que ele faz.


Um abraço

Dado Moura

COMO CATIVAR ALGUÉM?

Para cativar, precisamos mais do que palavras ou atitudes. Cativamos alguém dando-nos sem reservas a ele. Oferecendo-nos a quem queremos cativar, de maneira que seja explícito nosso sincero desejo de nos dar, de repartir a pessoa que somos, como se disséssemos: 'tome-me pra você!'

Cativar também é próprio de quem ama!

Se Deus me cativou é sinal de que compreendi que Ele se deu a mim!

Na Vida do Cristão,nada é sem solução.



No Reino de Deus não há lugar para o pessimismo e o mau humor. Para os que amam a Deus, não existe a expressão “Não tem jeito!” nem “Estou desanimado”. A vida nova em Jesus Cristo nos sustenta na esperança do que almejamos – nossa felicidade – que se realiza na busca do Reino dos Céus e na vida eterna.

Não nos apoiamos em nossas forças, mas no socorro do Espírito Santo! Na vida do cristão, nada é sem solução. A esperança impressa em seu coração pela graça de Deus o protege do desânimo. A esperança dá o alento; ela faz pulsar o coração para a vida.

Deus nos alimenta nesta esperança que não decepciona.

“Continuemos a afirmar a nossa esperança, sem esmorecer, pois Aquele que fez a promessa é fiel” (Hb 10, 23).

Jesus, eu confio em Vós!